Admin, AppSec e Engenharia Revisado em 24/07/2026

Aplicações e scans

Esta página orienta como organizar aplicações e escolher o tipo correto de scan no XGuardian.

O que é uma aplicação

No XGuardian, uma aplicação é o ativo que será analisado.

Dependendo do tipo de scan, uma aplicação pode representar:

  • um código-fonte versionado;
  • um serviço ou microsserviço;
  • uma aplicação web exposta por URL;
  • uma imagem de container;
  • um conjunto de arquivos de infraestrutura como código;
  • um ativo externo importado por pipeline ou integração.

A listagem de aplicações pode exibir informações de apoio, como tecnologias detectadas, origem, score quando disponível, aplicações externas e status visual de permissão.

Quando o usuário abre uma aplicação, a documentação segue a mesma lógica de navegação do XGuardian.

Aba no XGuardian Onde consultar na documentação
Geral Geral da aplicação
Scans Scans da aplicação
Equipes Equipes da aplicação
Condicional Condicional da aplicação

Use essa segmentação para localizar rapidamente o que fazer dentro da aplicação aberta, sem misturar cadastro, scan, ownership e regras condicionais em uma única página.

Quando houver controle de consumo por aplicação ou equipe, consulte também Limites de scans por aplicação e equipe.

Como ler a página de Aplicações

Use a página de Aplicações como inventário operacional dos ativos monitorados pela organização.

Área da página Como interpretar
Cards e listagem Mostram aplicações disponíveis para o usuário conforme permissões, equipe e escopo contratado.
Busca e filtros Ajudam a localizar aplicações por nome, tecnologia, equipe, score, origem ou condição operacional quando disponível.
Score Indica a postura atual da aplicação com base no resultado mais recente disponível.
Linguagens e tecnologias Ajudam a reconhecer o perfil técnico detectado nos scans.
Equipes vinculadas Indicam quais times são responsáveis por operar e acompanhar a aplicação.
Ação de abrir aplicação Leva ao detalhe da aplicação, histórico de scans, equipes e ações disponíveis.

Score da aplicação

O score da aplicação é calculado com base no último scan executado para aquela aplicação, conforme os dados disponíveis no momento da análise.

Use o score como sinal de priorização, não como decisão isolada. Antes de concluir risco, confirme:

  • tipo do último scan;
  • data e status da execução;
  • severidade dos achados;
  • escopo analisado;
  • se a aplicação, branch, arquivo ou origem correspondem ao ativo real.

Indicador de malware na aplicação

Quando o último scan da aplicação identifica malware em SCA, a listagem pode exibir um indicador visual de malware junto à aplicação.

Esse indicador serve para sinalizar que aquela aplicação precisa de atenção imediata em supply chain. Ele considera o último scan concluído da aplicação: se um scan posterior finalizado não identificar malware, o alerta histórico não deve continuar marcando a aplicação como malware ativo.

Para investigar, abra a aplicação, acesse os achados relacionados e consulte o relatório SCA. O passo a passo completo está em Malware e Supply Chain.

Como criar uma aplicação

Use este fluxo para cadastrar um novo ativo que será acompanhado ou analisado pelo XGuardian:

  1. acesse a aba Aplicações;
  2. selecione Criar aplicação;
  3. informe o nome da aplicação;
  4. preencha a descrição da aplicação;
  5. selecione as equipes das quais a aplicação fará parte;
  6. revise o vínculo com as equipes antes de salvar.
Na aba Aplicações, use o botão Adicionar aplicação para iniciar o cadastro de um novo ativo.
No formulário, informe nome, descrição e selecione a(s) equipe(s) responsáveis pela aplicação.
Depois de revisar os dados e vínculos, finalize no botão Criar aplicação.

A associação com equipes define quais grupos poderão visualizar, operar scans e acompanhar resultados da aplicação conforme papéis e permissões configurados na organização.

Regras e restrições de aplicação

Antes de operar uma aplicação, confirme:

  • a aplicação pertence à organização correta;
  • o nome representa o ativo real que será analisado;
  • as equipes vinculadas são responsáveis pela aplicação;
  • o usuário possui permissão para visualizar, executar scan ou acompanhar resultados;
  • o escopo contratado permite o tipo de análise desejado;
  • a aplicação não está sendo usada para analisar outro sistema fora do escopo.

Aplicações sem permissão explícita podem aparecer bloqueadas. Quando isso acontecer, o usuário deve solicitar revisão de vínculo com a equipe responsável, em vez de criar outro ativo duplicado ou tentar contornar a governança.

Modelos de consumo

A disponibilidade de scans depende da contratação da organização.

Modelo Descrição
XScan Crédito pré-pago usado para uma análise específica.
Aplicação nomeada Uso recorrente de uma aplicação, URL ou ativo definido durante o período contratado.

Como usar cada modelo

  • XScan é indicado para análises pontuais ou quando o ativo pode variar entre execuções.
  • O modelo por aplicação nomeada é indicado para aplicações ou URLs fixas que serão analisadas repetidamente durante o período contratado.
  • Nunca use uma aplicação nomeada para analisar outro ativo sem validação comercial e operacional.

Como escolher o tipo de scan

Objetivo Scan recomendado Onde usar
Revisar código-fonte SAST Antes de deploy ou em code review de segurança.
Avaliar dependências SCA Em aplicações com bibliotecas e componentes externos.
Validar infraestrutura IaC Antes de aplicar mudanças em infraestrutura.
Testar sistema em execução DAST Em aplicações web ou APIs autorizadas, incluindo cenários com API token ou OpenAPI quando disponíveis.
Examinar imagem de container Container Em pipelines de build e release de imagens.
Inventariar componentes SBOM Para compliance e gestão de supply chain.

Referência rápida por scan

Use esta tabela quando precisar decidir rapidamente qual análise executar e o que preparar.

Scan Entrada necessária Quando usar Erro comum Resultado esperado
SAST Código-fonte em .zip ou repositório integrado. Revisar falhas no código antes de deploy, release ou correção. Enviar código incompleto, branch errada ou artefatos gerados sem fonte. Achados no código, evidências, arquivos, linhas e recomendações quando disponíveis.
SCA Código com manifestos e arquivos de lock. Avaliar bibliotecas, dependências e componentes open source. Não incluir package-lock, pom.xml, requirements.txt, go.sum ou equivalente. Vulnerabilidades conhecidas em pacotes, versões afetadas, EOL e EPSS quando disponível para priorização.
IaC Arquivos de infraestrutura, como Terraform, Dockerfile, Kubernetes ou YAML. Revisar configuração antes de aplicar mudanças em cloud, container ou pipeline. Enviar pacote sem os arquivos de infraestrutura usados de verdade. Configurações inseguras, más práticas e riscos de exposição.
DAST URL, domínio ou endpoint autorizado. Testar aplicação web ou API em execução. Usar ambiente sem autorização, indisponível ou sem massa de teste adequada. Vulnerabilidades observáveis em runtime e evidências de requisição/resposta quando disponíveis.
DAST com API URL/API, token autorizado ou especificação OpenAPI/exported API. Testar endpoints autenticados ou rotas descritas por especificação. Token com privilégio excessivo, expirado ou rotas sensíveis não revisadas. Achados dinâmicos em API, rotas testadas e evidências técnicas.
Container Imagem .tar ou origem integrada de container. Avaliar CVEs em imagem, base image e pacotes. Enviar imagem errada, tag ambígua ou imagem com secrets embutidos. CVEs por pacote/camada, versões afetadas e recomendações de atualização.
SBOM Inventário gerado ou composição identificada por análise. Governança de componentes, compliance e supply chain. Tratar SBOM como correção automática, sem analisar risco dos componentes. Lista estruturada de componentes, versões e dados para gestão.

Guia visual: executar um scan na aplicação

Use este fluxo quando a aplicação já estiver cadastrada e você precisar iniciar uma nova análise.

1. Abra a aplicação

Na aba Aplicações, localize a aplicação pelo card, busca ou filtro disponível. Em seguida, abra o detalhe da aplicação.

Localize a aplicação que será analisada. O card mostra informações de apoio, como score, linguagens e equipes vinculadas.
Use a ação Clique para abrir para entrar no detalhe da aplicação.
No detalhe da aplicação, selecione Novo scan para iniciar a configuração da análise.

2. Escolha o tipo de scan

Na tela Novo Scan, selecione o tipo de análise conforme o ativo que será avaliado. Depois, informe um nome claro para o scan, de preferência indicando aplicação, origem, branch, ambiente ou objetivo.

Escolha entre SAST, SCA, DAST, Container ou origem por repositório, conforme disponibilidade para a organização.
Quando a tela exibir opções de relatório, selecione o formato e idioma necessários para a evidência do scan.
Depois de revisar os campos obrigatórios, use Criar Scan para iniciar a análise.

3. Upload manual para SAST ou SCA

Use SAST para análise estática de código e SCA para análise de dependências. Nesse fluxo, envie o projeto em .zip.

O arquivo .zip pode ter até 1GB, conforme disponibilidade e limites aplicáveis ao ambiente. Se o pacote ultrapassar esse limite, reduza arquivos gerados, caches, diretórios de dependências instaladas e artefatos fora do escopo antes de enviar.

Informe o nome do scan, envie o projeto em `.zip` e, se necessário, declare arquivos ou diretórios que devem ser ignorados.

Cuidados antes do upload:

  • envie a versão correta do código;
  • inclua manifestos e arquivos de lock quando o objetivo envolver SCA;
  • remova secrets, .env, chaves privadas, dumps e arquivos fora do escopo;
  • não misture aplicações diferentes no mesmo pacote.

4. DAST com ou sem autenticação

Use DAST para testar uma URL autorizada de uma aplicação em execução. O fluxo pode ser sem autenticação ou com autenticação, conforme o cenário validado pela organização.

Para DAST sem autenticação, informe nome do scan e URL autorizada. Deixe autenticação desmarcada quando o alvo não exigir login.
Quando usar autenticação, selecione o modo disponível, como Web ou API, e informe apenas credenciais de teste com menor privilégio.

5. Container

Use Container quando o objetivo for analisar vulnerabilidades em uma imagem.

Selecione Container, informe o nome do scan e envie o artefato `.tar` da imagem que será avaliada.

Antes de enviar, confirme que a imagem corresponde ao ativo correto, não contém secrets embutidos e representa a versão que precisa ser analisada.

6. Scan por repositório

Quando GitHub, Bitbucket ou Azure estiverem configurados, o scan pode ser criado a partir de repositório. Esse fluxo evita upload manual e permite selecionar origem, repositório, branch e tipo de análise.

GitHub

Selecione GitHub, informe o nome do scan, escolha a organização e o repositório.
Selecione a branch, revise a URL quando exibida e marque SAST, SCA ou as opções disponíveis para o repositório.

Bitbucket

Selecione Bitbucket, informe o nome do scan, escolha o workspace e o repositório.
Selecione a branch, revise a URL quando exibida e marque SAST, SCA ou as opções disponíveis para o repositório.

Azure DevOps

Selecione Azure, informe o nome do scan, confirme a organização Azure e escolha o repositório.
Selecione repositório, branch e marque SAST, SCA ou as opções disponíveis para a origem Azure.

Para qualquer origem por repositório, valide:

  • a integração está ativa e autorizada;
  • o repositório pertence à aplicação correta;
  • a branch representa a versão que deve ser analisada;
  • o tipo de análise selecionado corresponde ao objetivo do scan;
  • o usuário tem permissão para operar a aplicação.

Tipos de scan

SAST

SAST é a análise estática de segurança do código-fonte.

Use para identificar falhas no código sem executar a aplicação, como padrões inseguros, uso incorreto de APIs, exposição de segredos e problemas associados à implementação.

Item Orientação
Entrada Arquivo .zip contendo o código-fonte da aplicação.
Quando usar Antes de deploy, em revisões de segurança, ciclos de release ou esteira DevSecOps.
Resultado Vulnerabilidades no código, evidências técnicas e recomendações quando disponíveis.

Quando integrações estiverem habilitadas, a entrada também pode vir de repositórios GitHub, Bitbucket ou Azure DevOps, com seleção de projeto, repositório, branch e tipo de análise conforme o fluxo disponível.

SCA

SCA é a análise de composição de software.

Use para identificar vulnerabilidades e riscos associados a dependências, bibliotecas e componentes open source usados pela aplicação.

Item Orientação
Entrada Código-fonte em .zip, incluindo arquivos de dependências e manifestos quando aplicável.
Quando usar Em aplicações com dependências de terceiros, bibliotecas, pacotes ou componentes open source.
Resultado Vulnerabilidades conhecidas em componentes, versões afetadas, sinais de EOL e dados para priorização.
EPSS Quando disponível, ajuda a estimar a probabilidade de exploração de uma vulnerabilidade e priorizar dependências que merecem resposta mais rápida.

Após rodar um scan SCA, consulte Achados > Detalhes > Abrir relatório para verificar o EPSS no relatório técnico da vulnerabilidade, quando disponível.

Para melhores resultados, preserve manifestos e arquivos de lock, como package-lock.json, yarn.lock, pom.xml, build.gradle, requirements.txt, poetry.lock, go.sum ou equivalentes do ecossistema analisado.

IaC

IaC é a análise de arquivos de infraestrutura como código.

Use para revisar configurações versionadas, como Terraform, Dockerfile, Kubernetes, YAML e outros arquivos de configuração suportados.

Item Orientação
Entrada Arquivos de infraestrutura incluídos no pacote de código ou enviados conforme fluxo disponível.
Quando usar Antes de aplicar mudanças de infraestrutura, pipelines ou ambientes cloud.
Resultado Configurações inseguras, más práticas e riscos de exposição.

DAST

DAST é a análise dinâmica de segurança de uma aplicação em execução.

Use para testar uma URL autorizada simulando interações e verificações técnicas contra a aplicação publicada em ambiente controlado.

Item Orientação
Entrada URL, domínio, endpoint autorizado, API token ou especificação OpenAPI/exported API quando disponível.
Quando usar Em ambientes de homologação, staging ou produção autorizada.
Resultado Vulnerabilidades observáveis em tempo de execução, como problemas web e configurações inseguras.

Container

A análise de Container identifica vulnerabilidades nas camadas e pacotes de uma imagem.

Item Orientação
Entrada Imagem exportada em .tar ou origem configurada conforme integração disponível.
Quando usar Antes de publicar imagens, em revisões de base image ou em esteiras CI/CD.
Resultado CVEs, pacotes afetados, versões vulneráveis e dados de priorização.

SBOM

SBOM é o inventário de componentes de software de uma aplicação.

Use para obter visibilidade sobre bibliotecas, pacotes, versões e componentes que fazem parte do software.

Item Orientação
Entrada Gerado a partir do fluxo de composição de software quando disponível.
Quando usar Auditoria, governança, compliance, gestão de risco de terceiros e inventário técnico.
Resultado Lista estruturada de componentes e informações associadas.

Quando houver integração com ferramentas externas, como Sonatype IQ, resultados em formato estruturado podem alimentar a visão de composição e achados externos da aplicação.

Origens de scan

O XGuardian pode receber scans ou artefatos por diferentes origens, conforme contratação e configuração da organização.

Origem Uso comum Cuidados
Upload manual Envio de .zip, .tar ou URL pelo portal. Validar escopo, remover segredos e enviar o ativo correto.
GitHub ou Bitbucket Seleção de repositório e branch para análise. Usar credenciais de menor privilégio e revisar permissões.
Azure DevOps Seleção de projeto, repositório, branch e tipo de scan. Confirmar branch, artefatos gerados e acesso aos relatórios.
Pipeline externo Ingestão de resultados ou disparo automatizado. Garantir vínculo correto entre organização, aplicação e time.
Sonatype IQ Ingestão externa de composição e achados quando configurado. Validar deduplicação, ciclo de vida dos achados e isolamento por organização.

Como executar scan a partir de repositório

Use esse fluxo quando a tela de criação de scan apresentar origens como GitHub, Bitbucket ou Azure.

Passo a passo

  1. acesse a aplicação que será analisada;
  2. inicie a criação de um novo scan;
  3. escolha a origem do código: GitHub, Bitbucket ou Azure;
  4. selecione organização, workspace ou projeto;
  5. selecione o repositório;
  6. selecione a branch;
  7. escolha o tipo de análise disponível, como SAST ou SCA;
  8. revise aplicação, repositório, branch e tipo de scan;
  9. inicie o scan;
  10. acompanhe o resultado no histórico da aplicação, relatórios ou Central de Riscos.

O que cada opção significa

Opção na tela Significado Atenção
GitHub Usa código de um repositório GitHub conectado ao XGuardian. Confirme organização, repositório e branch.
Bitbucket Usa código de um repositório Bitbucket conectado ao XGuardian. Confirme workspace, repositório e branch.
Azure Usa código de Azure DevOps / Azure Repos. Confirme projeto, repositório, branch e opção SAST/SCA.

Checklist rápido

Antes de iniciar:

  • a aplicação correta está selecionada;
  • seu usuário tem permissão para operar a aplicação;
  • a integração com GitHub, Bitbucket ou Azure está habilitada;
  • o repositório pertence ao ativo que será analisado;
  • a branch representa a versão correta;
  • o tipo de scan está disponível para a organização;
  • nenhuma credencial sensível será exposta em evidências, logs ou chamados.

Preparação dos arquivos

Código-fonte .zip

Antes de enviar o código:

  • remova arquivos desnecessários;
  • confirme que o .zip tem até 1GB;
  • preserve manifestos de dependência;
  • inclua arquivos de lock quando existirem;
  • envie a branch ou versão correta quando o pacote for gerado fora do portal;
  • evite enviar segredos, chaves privadas ou credenciais;
  • envie uma versão consistente da aplicação;
  • não misture aplicações diferentes no mesmo pacote.

Exemplo de pacote adequado:

minha-aplicacao.zip
├── src/
├── package.json
├── package-lock.json
├── Dockerfile
└── README.md

Evite incluir diretórios gerados, caches locais, credenciais, arquivos .env, chaves privadas, dumps de banco ou artefatos que não representem o código analisado.

Container .tar

Antes de enviar a imagem:

  • confirme que a imagem corresponde ao container correto;
  • use tags ou nomes que ajudem a identificar versão e aplicação;
  • evite imagens com segredos embutidos;
  • prefira imagens que representem o artefato real a ser publicado.

URL para DAST

Antes de executar DAST:

  • confirme autorização para testar a URL;
  • escolha o ambiente adequado;
  • valide se a aplicação estará disponível durante a janela de scan;
  • informe autenticação quando necessário e permitido;
  • use usuários de teste e dados não sensíveis;
  • proteja tokens de API e revogue credenciais temporárias após o uso quando aplicável;
  • valide especificações OpenAPI/exported API antes de usá-las como entrada;
  • alinhe restrições com times de rede, segurança e aplicação.

Exemplo de cenário adequado para DAST autenticado:

Item Exemplo
Ambiente Homologação ou staging autorizado.
Conta Usuário de teste com menor privilégio.
Dados Massa fictícia ou sanitizada.
Janela Horário combinado com o time responsável.
Escopo URLs, endpoints e rotas permitidas para teste.
Pós-scan Revogação de token temporário e revisão de efeitos no ambiente.

Boas práticas de execução

  • execute scans em pontos relevantes do ciclo de desenvolvimento;
  • priorize aplicações críticas;
  • use rescans para validar correções;
  • integre scans à pipeline quando fizer sentido;
  • use a Central de Riscos para consolidar achados vindos de scans e integrações;
  • evite alterar escopo de aplicação nomeada sem validação;
  • mantenha governança por time e aplicação.

Próximos passos

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